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Meu novo blog: http://suelifenixando.blogspot.com/
Escrito por Sueli às 13h18
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Encerrando um ciclo
Encerrando de um ciclo

Queridos amigos,
Aprendi que nesta vida tudo passa... Estava eu aqui, pensando em escrever algo para dar uma notícia a vocês sobre uma decisão que tomei e eis que me lembrei de alguém que, em ocasião semelhante, já o havia feito. Procurei e encontrei. Reli e cheguei à conclusão de que eu não encontraria melhores palavras. Então, copiei:
“Eu, vejo a vida acontecendo em ciclos. Ciclos que se iniciam, desenrolam e findam, fechando-se. Muitas vezes, insistimos em continuar ali, como se a nossa vontade pudesse manter as coisas intactas. No entanto, nossa vontade não basta. Os ciclos se fecham, queiramos ou não. Se não nos movemos por apego ao velho, por medo do novo, ficamos enredados, presos entre as pontas do início e fim.”
Eu vinha lutando contra o fim de um ciclo, que tem se manifestado em vários planos da minha vida. Há várias coisas findando, e é preciso que eu aceite isso e me disponha ao novo, para que outras se iniciem. Este blog é parte disso”. (Sonia Marini - www.pulsarmarini.zip.net)
Faço das suas, as minhas palavras. Não faz mais sentido continuar com o “Momentos são ... Iguais aqueles” haja vista a quantidade de mudanças que estão acontecendo em minha vida. Já quebrei minha gaiola e perdi o medo de voar.
Mas... estou preparando um novo blog, porque, como em toda regra há exceção, existe algo que não passa: a amizade. E este blog foi fonte de amizades maravilhosas. Em nome dessas amizades, já que já não sei viver sem essa válvula de escape, continuarei.
Vida nova, blog novo. Irei visitá-los assim que ele estiver pronto, para lhes informar o novo endereço.
Nesta semana entrarei de férias. Vou fazer uma pequena viagem para a praia e depois irei para Portugal, a trabalho, mas aproveitarei para dar uma esticadinha e passear um pouco, afinal, eu mereço ...rs. Farei o possível para inaugurar o novo blog antes de minha viagem, mas, se não for possível, antes do fim da primeira quinzena de outubro receberão notícias minhas.
Meu e-mail, se quiserem comunicar-se comigo, é: suelifbenko@gmail.com.
Rogo-lhes que não me abandonem. Conto com o carinho de vocês, meus queridos amigos blogueiros!
Sueli
Categoria: De dentro de mim
Escrito por Sueli às 19h04
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Sobre valores ...
Seguir valores equivocados nos coloca numa posição antagônica à felicidade. Sair desta "roda viva" faz toda a diferença em nossas vidas.
Na realidade, é isso que todos nós procuramos, queremos e almejamos. Ser e estar feliz no aqui e agora. Por que não alcançamos? Porque estamos com os nossos conceitos, crenças e valores equivocados em relação ao momento que vivemos. Estamos aplicando em nossa vida métodos ultrapassados, bem como crenças que já não nos satisfazem mais. Evoluímos, portanto. Há que se aplicar a mudança nos nossos valores.
A felicidade duradoura só se consegue quando descobrimos os reais valores que a compõem e os acoplamos ao momento presente. Viver bem não é errado. Estar rico e com posses também não é errado. Usar um caminho tortuoso para se conseguir isso é que é errado. Precisamos aprender a conviver com as diferenças.
No "ônibus da vida" o que não muda é o motorista e o cobrador. O motorista somos nós. O Cobrador é a Lei de Causa e Efeito... O resto é passageiro. Passa pela nossa existência, deixa marca, mas se vai. Não há controle sobre os que passam.
Mudar é o caminho. Existem pessoas que dizem: Sou assim mesmo. Esta atitude é o mesmo que nos acorrentarmos em uma masmorra, sem sol, e depois reclamarmos por não estarmos bronzeados... Todos nós temos a capacidade infinita de alterarmos o processo e os relacionamentos em nossas vidas. Ninguém nasceu para continuar na mesmice. Estamos aqui para evoluir e crescer. Isso é felicidade.
Dia desses encontrei um pássaro - um sabiá - em cima do criado mudo de meu quarto. Estava lá parado, acuado. Cheguei perto e ele subiu a plumagem... Conforme fui me aproximando, em vez de voar, ele me atacou. Fui buscar uma fruta e ele veio voando para minhas mãos comer. Ali ficou até que o mamão acabou. Não ia embora. Peguei uma gaiola e ele voou para cima dela. Abri a porta e ele entrou. Lá era sua zona de conforto e segurança. Deduzi que ele fugira de alguma outra gaiola...
Quantas vezes nos comportamos como o sabiá e nos esquecemos de mudar... Não adianta depois reclamar. Lutar para permanecer na zona de conforto e depois reclamar da vida é um profundo ato de idiotice. Eu quebrei a minha gaiola. Estou tentando me adaptar na vida terrena fora dela.
Você vive numa?
(Saul Brandalise Jr.)
E eu, estou quebrando a minha. Reconheço que estava agindo tal qual o sabiá da história. Vejo, com tristeza, que ao meu lado existem outras gaiolas, com várias aves ainda presas. Poderia ajudá-las a abrir as portas de suas gaiolas, já que estou aqui do lado de fora, mas a vontade de se libertar tem que partir de dentro de cada uma e sei que, assim que elas desejarem, soltar-se-ão, tal qual o fiz. Sim, eu poderia ajudá-las, mas ainda correria o risco de ser mal interpretada. Hoje sei que o que me prendia não era meu algoz, mas sim, o próprio medo de ser livre (por mais incrível que possa parecer).
Paro na porta, olho a grandeza do infinito e me dá uma vontade imensa de voar ...
Sueli
Escrito por Sueli às 09h35
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Casa vazia
Por que insististes tanto para que eu voltasse
se quando chego encontro a casa vazia,
se nem no portão estás a me esperar?
Por que não me deixaste ir embora?
Se eu tivesse ido, já estaria longe,
e não sentada aqui sozinha pensando
com quem será que tu estás agora ...
(mas, por favor, meu amor, procure ser mais criativo,
nada de celular quebrado, esquecido, sem bateria ou perdido,.
nem também de mamãe, de papai , de filha ou de amigo ...)
Escrito por Sueli às 00h54
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A carne é fraca?
A carne é fraca?
Dizem que a carne é fraca.
Pois digo que a carne é “fraca, coisa nenhuma”!
A carne e forte, muito forte!!!
Entre outras coisas,
é mais forte que a cabeça,
mais forte que o pensamento,
mais forte que uma convicção,
mais forte que o racional,
mais forte que uma decisão!
Não, meus queridos, a “carne” não é fraca, não!!!
Podem crer...
Categoria: De dentro de mim
Escrito por Sueli às 17h59
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Amor antigo - Drummond
Amor antigo

"O amor antigo vive de si mesmo, não de cultivo alheio ou de sua presença. Nada exige ou pede. Nada espera, mas do destino vão nega a sentença. O amor antigo tem raízes fundas, feitas de sofrimento e de beleza, Por aquelas mergulha no infinito, e por estas suplanta a natureza. Se em toda parte o tempo desmorona aquilo que foi grande e deslumbrante, o antigo amor, porém, nunca fenece e a cada dia surge mais amante. Mais ardente, mas pobre de esperança. Mais triste? Não. Ele venceu a dor, e resplandece no canto obscuro, tão mais velho quanto mais amor."
(Drummond)
Categoria: Jóias de outros autores
Escrito por Sueli às 20h59
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My Gifts
Ganhei tantos presentinhos nestes últimos dias!
Gostaria de colocá-los ali ao lado para que estivessem sempre à vista, mas não sei o que tenho feito de errado, que não consigo mais. Como um deles já até deve ter vencido o prazo (rs), vou publicá-los aqui mesmo, pois muito me orgulho de tê-los recebido. Atrás de cada um deles tem algo muito importante para mim: o carinho de minhas amigas Claudete e Rosângela.
Adoro vocês, meninas!


Muito obrigada, meninas!
Su
Escrito por Sueli às 00h02
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Quando mentes ...
Quando mentes ...

Já não me importo quando mentes para mim, pois não preciso das tuas palavras para saber verdades acerca de ti. Já não sou eu quem te conhece; é minha alma que conhece a tua e alma não tem como esconder algo de outra alma, principalmente quando caminham juntas por tanto tempo. Amo-te pelo que és e não pelo que me contas sobre ti. Este é o verdadeiro amor e não aquele que sentem as que te amam pelo que pensam que tu és. Elas nada sabem de ti, apenas confiam em tuas palavras ( e isto, ainda não considerastes...).
Não, não mais me importo com tuas mentiras. Apenas, ainda me incomoda um pouco, pensar que podes acreditar que acredito nelas...
Categoria: De dentro de mim
Escrito por Sueli às 19h22
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O Medo

(Carmo Soá)
Alguém me disse:
“Até para deixarmos de sofrer é preciso vencer um medo: o medo de deixar de sofrer.
Sim, porque deixar de sofrer implica em renúncias e responsabilidades.”
Pensem nisso!
Escrito por Sueli às 23h26
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Mudar de idéia ...
“Triste não é mudar de idéia.
Triste é não ter idéia para mudar.”
(Francis Bacon)
Tive uma educação muito rígida. Papai, um homem austero, conservador e inflexível, passou-me lições brilhantes, mas, ao mesmo tempo, exagerou um pouco na dose. Com o decorrer dos anos, fui descobrindo que a realidade é bem diferente de muitas coisas que me ensinaram. Aprendi que ao tomar uma decisão, esta não poderia ser mudada, pois, caso contrário, eu estaria demonstrando falta de personalidade. Foi difícil encarar que a coisa não é bem assim, aliás, não é nada assim. Tomo decisões baseadas nas minhas idéias e estas mudam dependendo do meu estado de espírito e das situações externas que se apresentam.
Como não cheguei neste mundo apenas para vegetar e dele sair sem nada ter aprendido, como posso desejar que minhas idéias sejam iguais em todos os dias de minha vida? Não, papai, o senhor não sabia que esta sua informação não era correta. Posso e dou-me o direito de mudar de idéia e voltar atrás em minhas decisões, tantas vezes quantas sentir vontade e não me sentir mal com isso, desde que essas decisões não envolvam terceiros, é óbvio. Falo das decisões que se refiram à minha própria pessoa.
Sempre é tempo de reconhecer um passo errado, dar meia volta e começar tudo de novo, por outro caminho. Sempre é tempo de não mais dar importância a alguma voz de outrora que eu tenha ouvido, e obedecido. Sempre é tempo de reconhecer que a pessoa que mais me machucava era a que mais me ensinava lições necessárias e passar a respeitá-la ao invés de ficar magoada. Sempre é tempo de não mais dar tanta importância a doces palavras que nada me acrescentavam...
... sem contar as coisas bem mais simples, como por exemplo: já odiei berinjela, hoje gosto muito. Já adorei música sertaneja, hoje detesto. Já detestei jazz, hoje adoro. Já gostei muito da boemia, hoje não troco o aconchego de minha cama por ela. Já acreditei que rezando, Deus ajuda, por isso, já rezei muito, mas hoje tenho certeza que a ajuda que ele poderia dar, já deu quando me enviou para cá e pronto (sei que esta afirmação pode dar muito pano para a manga, mas, perdoem-me, é a minha opinião). Já mudei tanto de opinião e de gosto, que, talvez, este “eu” que esteja aqui já não tenha mais a mesma personalidade mesmo, mas posso garantir que, graças à coragem de se abrir para novos conhecimentos e, muitas vezes, aceitá-los, é uma pessoa bem melhor do que já foi no passado.
Categoria: De dentro de mim
Escrito por Sueli às 20h46
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Medalha de Ouro
Medalha de Ouro
Pisei na Avenida Paulista, pela primeira vez, quando eu tinha sete anos de idade. Lembro-me muito bem (afinal, não faz tanto tempo assim ...rs). Estava com minha avó e procurávamos a única loja que vendia a tiara de cabelo que eu deveria usar na apresentação do balé naquela semana. Fiquei encantada com a Avenida, tão diferente de todas as ruas de meu bairro. A segunda vez que estive na Avenida Paulista, eu já estava com 15 anos. O departamento de Recursos Humanos da primeira empresa na qual trabalhei ficava ali e precisei ir para assinar meu contrato. Olhei para ela e disse a mim mesma: - um dia ainda trabalharei nesta avenida.
Pois bem, já há mais de dez anos meu sonho foi realizado; trabalho na avenida que tanto gosto e nela existe de tudo, menos rotina. De minha janela, já presenciei tantos acontecimentos... Passeatas, protestos, acidentes, queima de fogos, quebra-quebra, gravações de novela, etc. E eu, claro, sempre fotografando tudo (tenho mania de fotógrafa).
Mas hoje, estou aqui para dividir com vocês, algo que fotografei ontem. Para muitos, pode não ser nada tão importante, mas sou uma brasileira muito fanática e ter tido a chance de fotografar o único ganhador de uma medalha de ouro das Olimpíadas de Pequim, até o momento, foi motivo de muita alegria. Sei que César Cielo nunca saberá que numa janela do 17º andar de um prédio qualquer da Avenida Paulista, quando por ali ele passava, havia alguém aplaudindo, dando gritinhos e vibrando por ele, com os olhos marejados de lágrimas - pura emoção! Sei também que não passa de uma simples e singela homenagem, mas aqui vai:
Parabéns, Cielo! Sei que não foi fácil e imagino o esforço que fez para chegar onde chegou. Você não é apenas um ótimo nadador. Você é o melhor do mundo!!! Você colocou nossa Pátria lá em cima e permitiu que o mundo todo, pelo menos uma vez, ouvisse nosso Hino, diante da vitória máxima. Por ser brasileira (e fanática), tenho muito orgulho de você!
Categoria: De dentro de mim
Escrito por Sueli às 19h28
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Criatividade
Criatividade
Vou contar abaixo, um caso que presenciei outro dia, entre minha neta (Gigi) e meu sobrinho (Joãozinho), ambos com cinco anos de idade. Gigi, por força das circunstâncias, vai à escola desde que era um bebê, não sei se esta é a razão, mas é uma criança muito inteligente e esperta, acima da média, eu diria. Meu sobrinho, além de ainda não haver freqüentado uma escola, tem alguns problemas de dicção. Minha nora faz questão de ensinar a sua filha a forma mais correta de pronunciar as palavras. Vive aplicando exercícios, como por exemplo, falar bem depressa:
“um prato de trigo para um tigre, dois pratos de trigo para dois tigres, três pratos de trigo para três tigres ...” (vocês se lembram disso? ...Eu, até para escrever, errei ...rs).
Pois bem, estávamos todos juntos numa tarde destas e minha nora pediu para Gigi repetir a frase acima bem depressa. Eu não queria acreditar, haja vista que nem eu consigo fazer isto, mas a danadinha conseguiu falar sem um errinho sequer. Em seguida, pediu para Joãozinho. Como ele é muito tímido, pensei que nem fosse aceitar o desafio, mas, mesmo gaguejando começou a repetir e, claro, bem devagar, mas quando chegou no terceiro tigre, eis que não conseguia terminar a frase. Não deu outra:
“ ... um plato de tligo pala tleis... tleis.... tleis leão.”
Bem, nem preciso dizer quantas gargalhadas (com admiração) Joãozinho arrancou de todos nós. Como ficamos impressionados, principalmente, com a “criatividade” desse menino. E acrescento: criatividade pode ser tão importante quanto esperteza, cultura ou, quem sabe, sabedoria. Só não sei dizer se já nascemos com ela ou se podemos aprender a ser criativos em algum lugar. Bem, se alguém souber onde se aprende a ser criativo, por favor, passem-me o endereço.
Categoria: De dentro de mim
Escrito por Sueli às 22h12
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"Demonices"
“Demonices”

Que direito tinha você de se vestir de anjo,
tirar-me do inferno,
levar-me para conhecer o céu e, depois ...
...trazer-me de volta?
Eu já havia me esquecido como era enxergar estrelas ...
Categoria: De dentro de mim
Escrito por Sueli às 13h22
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Eu não poderia deixar passar em branco ...

Hoje está de aniversário minha “filhamigamada”!
É uma singela homenagem, uma necessidade de dizer aqui neste espaço que tanto amo, que a cada dia que passa aumenta muito minha admiração por Claudinha. Hoje estou certa de que não foi por acaso que fui escolhida para ser sua mãe. Tínhamos muito a aprender uma com a outra. Já se foi meu tempo de ensinar. Hoje estou no tempo de aprender. E tenho aprendido muito com ela (a danadinha até já me dá algumas broncas – merecidas, por sinal...rs).
Filha, não é nesta vida que conseguirá medir o tamanho do meu amor por você, por mais que eu o declare.
Mas hoje, vim aqui especialmente para lhe dizer:
FELIZ ANIVERSÁRIO ... pedacinho de mim!
TODA FELICIDADE DO MUNDO para você, minha filha-amiga-amada!!!
Mamãe
Escrito por Sueli às 20h17
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Sobre tentativas
Sobre tentativas

Mesmo tentando até não mais poder, mesmo tentando até quase morrer, mesmo tentando até ter certeza absoluta de que não vou conseguir ... mesmo assim, eu tento. Quando eu quero, quando quero de verdade, eu tento. Quando amo, quando amo de verdade, eu tento. Paciência é o que não me falta. Não desisto até gastar a última das últimas gotas do meu suor. Tento até perceber que minha tentativa está se transformando em luta. Quando vejo que estou lutando, eu paro. Paro porque acredito piamente que, quando for preciso lutar para conseguir algo ou alguém, é porque esse algo ou alguém nunca haverá de ser meu. Não, pelo menos, da forma como haveria de ser. Poderá até parecer que é, mas sempre o será em formato de ilusão, e, com toda certeza, carregando muito sofrimento. Talvez até seja o sofrimento pelo qual eu precise passar para aprender. Mas, para aprender justamente que não devo lutar por algo ou alguém e muito menos competir com algo ou alguém para conseguir, pois o que é meu, já vem meu. Chega redondinho. E se já sei disso, então não luto. Paro discretamente, sem lágrimas, sem arrependimentos, sem balbúrdia, sem palavras, sem um ruído qualquer. Paro até sem explicações ou sem nem mesmo dizer um simples "adeus".
Eu sou assim.
Sueli
Categoria: De dentro de mim
Escrito por Sueli às 19h39
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