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Noite de lua cheia
Sinto uma grande atração pela lua, principalmente quando a vejo cheia. Acabo de olhar pela janela e me deparo com ela, linda, límpida, brilhante, parece estar olhando para mim.
Ao mirá-la, peço-lhe conselhos. Peço que ilumine minha mente e que responda aos meus anseios.
Parece-me tão nítida sua resposta:
“- Sabes que quando apareço te trago forças. Há quantos séculos te acompanho e te observo. Hoje quero que tomes uma decisão importantes em tua vida. Quero que valorizes os tesouros que a vida te deu. Quero que aprendas a ser feliz por ti e não pelo outro. Tua felicidade deve brotar dentro de ti e nunca vir de fora, pois a de fora é falsa. Ama-te sempre em primeiro lugar. Vá! Faze o que precisas fazer e sabes muito bem o que é. Não temas. Leva minha luz e toda energia que precisar. Vá, mas ... não olhes para trás!”
Esta é a lua que conversou comigo e que acabei de fotografar:
E eu... estou indo.
Escrito por Sueli às 19h39
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A luz chegou e ...
A luz chegou e ...

... aquela doce ilusão transformou-se
na real e amarga verdade.
A esperança mostrou-se em sombras
e curvou-se diante da realidade.
Por que, certas vezes, ainda fazemos perguntas
quando não temos mais dúvidas? ...
Por que nos percebemos querendo acreditar no impossível?
Por que nos negamos a ouvir nossas próprias respostas?
Coisas que ainda não sei ...
Categoria: De dentro de mim
Escrito por Sueli às 00h32
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Pássaro livre...
“Amar é ter um pássaro pousado no dedo. Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar”
(Rubem Alves)

(Di Cavalcanti)
Havia um pássaro pousado em minha mão.
Quando começava a se agitar, eu o acariciava com muito amor, para que se acalmasse e não fosse embora.
E ele foi ficando...
Há algum tempo sinto-o estranho, quieto e indiferente.
Neste momento, vejo que começa a bater suas asas, mas fico imóvel.
Penso até em dar um impulso para que voe mais alto,
para que voe mais longe.
Preciso me acostumar a olhar para as minhas mãos vazias...
Escrito por Sueli às 19h58
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Oi, gente!
Hoje, estou apenas de passagem, pois sei que preciso dar uma satisfação a vocês, meus amigos queridos.
Antes, estava difícil postar porque estava sem computador em casa. Agora já comprei um notebook lindo e havia prometido a mim mesma manter este espaço sempre atualizado.
Acontece que minha mamãe, uma das pessoas mais importantes de minha vida está com um grave problema de saúde e não estou conseguindo desviar meus pensamentos do lugar onde ela se encontra e quero estar com ela em todos os momentos possíveis.
É o mais justo dos motivos para eu me afastar um pouco, sei que todos concordarão comigo, mas prometo voltar assim que minha cabeça conseguir me ajudar.
Um abração para todos!

Mamãe, eu te amo demais!!!!
Escrito por Sueli às 17h23
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A blogosfera
Preciso contar para vocês uma história muito bonita, que aconteceu, graças à nossa blogosfera. Quem me acompanha há muito tempo, sabe que Ana Luiza (Bar da ruiva - http://bardaruiva.blogspot.com/) e eu nos conhecemos aqui e que nossa amizade é algo divino. Resido em São Paulo e ela, em Porto Alegre. Um ano após nossa intensa convivência na blogsfera, apareceu um trabalho para eu fazer em Gramado/Rs. Ana Luiza convidou-me para dar uma passadinha em sua casa, para nos conhecermos pessoalmente. Resultado: fiquei quatro dias. Nessa visita, tive a oportunidade de conhecer uma outra pessoa muito especial, que não tem blog, mas que é visitante constante deste meu cantinho: Patrícia Alessandra. Nossa amizade solidificou-se e passamos as três, a ser assim, como irmãs.
Ana Luiza, certa noite, encontrou Maria Claudete (Blog do Clodet - http://clodet.blog.uol.com.br/) e esta me encontrou aqui, também. Já há quase dois anos nos visitamos e nossa amizade também foi crescendo. Claudete reside em Recife e neste último final de semana, apareceu uma viagem para Caruaru (via Recife) e, mais uma vez, tive o grande prazer de conhecer outra “irmã”.
Gente, não vou descrever aqui os momentos felizes que passei com Claudete e minha nova sobrinha Diana. Não encontraria palavras. Prefiro lhes mostrar.
A foto abaixo foi tirada no domingo, na praia do Pina (Recife), enquanto conversávamos com Ana Luiza ao telefone.

Aqui, já no aeroporto, com Diana, minha sobrinha linda, comendo um Escondidinho, antes de meu embarque:

E ...
No baú fui buscar esta foto (Ana Luiza, Patrícia e eu), quando as conheci em Porto Alegre (setembro de 2006).

Tenho apenas uma irmã de sangue (Eliana), que me é um presente dos céus, pois além de irmã é amiga a toda prova e eu a amo.
Ana Luiza, Patrícia, Maria Claudete: vocês são irmãs que este blog me deu e eu as amo muito também!
Escrito por Sueli às 18h33
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Cai, Cai, balão ...
Oi, gente, estive em Caruaru/PE neste final de semana. Fui a trabalho, mas deu para conhecer aquela que é considerada a maior das festas juninas no Nordeste. No aeroporto, soube que a TAM abriu um concurso para premiar o melhor conto sobre as festas juninas. Estava me lembrando disso num momento de folga e pensei “- Ora, por que não tentar?...” Afinal, melhor ambiente para inspiração, não poderia existir... rs.
Bem, resumindo, transcrevo o resultado aí para vocês (hoje fiquei sabendo que o conto, para concorrer a uma viagem (com direita a acompanhante), para qualquer lugar do Brasil, precisa ter, no máximo, 300 toques. Óxente! O meu não dá, não ... rs

Foto tirada numa rua de Caruaru
Cai, cai, balão ...
Seu olhar perdeu-se em recordações enquanto observava as bandeirolas coloridas. Essa era a época do ano que mais lhe aflorava à memória os melhores momentos de sua já tão distante juventude.
Tudo começara numa tarde de junho, há quase 50 anos atrás, quando ela o conhecera. Havia sido escalada para trabalhar naquela pequena cidade do interior nordestino. Como jornalista, deveria cobrir o evento mais típico da localidade: a Festa de São João. Ansiava pela volta ao lar, pois os preparativos para suas tão esperadas férias, que teriam início na semana seguinte, estavam à sua espera.
Ele, viajante que era, fazia naquela cidade sua última visita antes da volta ao lar, em busca do merecido descanso, após um bom tempo de trabalho árduo. Havia visitado cada cidade daquele sertão. Na semana seguinte, partiria para o exterior em busca de novos desafios.
Quis o destino, arquiteto de planos, aproximá-los justamente naquela tarde. E, como o destino apenas se importa com resultados, despreza lógica e não mede esforços, colocá-los desatentos em seus veículos naquele tarde, foi um “prato feito” para qualquer um que acredita em coincidências (ou não). Braço e perna quebrados, em meio a muitos impropérios oi o resultado do fatídico encontro. Dele, o braço direito. Dela, o esquerdo. Quem foi o errado, nunca alguém ficou sabendo ... nem eles.
Por falta de leitos vagos no único hospital da cidade, os dois dividiram espaço numa sala improvisada e ali receberam o tratamento necessário. Recentes chuvas haviam interrompido o já precário serviço telefônico local e o correio estava fechado devido aos importantes festejos. Assim sendo, não havia alternativa a não ser aceitar o que lhes era oferecido no momento.
Olhares fuzilantes eram trocados a todo instante, enquanto lá de fora chegava a intermitente cantiga “... cai, cai, balão ...”. Assim, corriam vagarosamente as horas e qualquer ajuda, somente se fosse de um para o outro, pois os atendentes pareciam haver deles de esquecido. Mal sabiam que aquela dor não passava de uma trama do destino para que um grande amor entre os dois tivesse ali seu início.
Na noite seguinte, pela varanda do hospital assistiam juntos, trocando olhares já não tão fuzilantes, os festejos da noite de São João. O calor que sentiam não era devido à fogueira que crepitava no meio da rua e as estrelas que enxergavam também não eram aquelas dos fogos de artifício. Como ele não podia andar, ela o servia - pipoca, quentão, batata-doce, pé-de-moleque, canjica, mungunzá - enquanto acompanhavam a mesma cantiga “...cai, cai balão, você não deve de subir...”
Nunca mais se separaram. São João, tentando plagiar Santo Antonio, saíra-se muito bem e, em todos os anos seguintes, a cidadezinha recebia a visita do feliz e sempre apaixonado casal. Sempre que chegavam, antes de qualquer coisa, dirigiam-se àquele cruzamento onde o destino os apresentou. Ali depositavam uma flor e seguiam para a mesma pousada. À noite, juntavam-se ao povo na rua, como se fossem filhos do local, afinal sua história já fora contada por todas aquelas bocas.
Assim foi, durante muitos anos, até que certa vez chegaram atrasados e não houvera tempo para levar a costumeira flor ao cruzamento. Já estavam sendo esperados para compor a quadrilha. Como sempre, após a dança, trocaram juras de amor ao calor da fogueira, divertiram-se, comeram e beberam, sempre ao som de “...cai, cai, balão, você não deve de subir, quem sobe muito, cai depressa sem sentir ...”
Foi na volta que o inesperado aconteceu. Mau tempo, muito vento, chuva forte, ao passar pelo fatídico cruzamento, não perceberam que ali fora colocado um semáforo. Quem vinha apressado pela rua transversal também não esperava pelo encontro com os dois desatentos.
O choque foi fatal. Ela foi a única sobrevivente. Inconsciente foi levada ao hospital, onde permaneceu por muito tempo, em lenta recuperação.
..........................
Esse era o primeiro mês de junho após sua cura. Não hesitou. Pediu que a levassem à cidadezinha para assistir à sua Festa de São João e lá a deixassem, pois desejava estar só. Foi o que disse a todos, mas sentia que ele a acompanharia. Sabia que havia estado com ela em cada momento. Esperou a noite chegar, dirigiu-se ao cruzamento e sentou-se na guia da calçada.
Seu olhar perdeu-se em recordações, enquanto observava as bandeirolas coloridas... Um vento soprou forte, muito forte. Ela ouviu uma voz a lhe chamar ... Um sorriso indecifrável emoldurou seus lábios. Fechou os olhos. Aos seus ouvidos chegava o som da mesma cantiga “...cai, cai, balão, você não deve de subir, quem sobe muito, cai depressa sem sentir, a ventania a sua sorte vai selar...”. Aos poucos, a melodia foi desaparecendo... seus braços penderam e de suas mãos, uma linda flor caiu ...
Categoria: De dentro de mim
Escrito por Sueli às 20h12
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Uma dica:
Caí hoje, de pára-quedas, num blog maravilhoso.
Para quem gosta de poesia e belas imagens, aí vai a dica:
Plano alto (http://planoalto.blogspot.com/)
Na minha opinião, é de um bom gosto extremo.
Aleatoriamente, escolhi uma poesia como amostra,
e a transcrevo abaixo:
.............................
... Estamos exaustos: Eu por te esperar, Tu por não chegares. Vem. ... Não queres voltar? Estás farto de amor, Ou tens pouco para dar? ... Ou não crês nas minhas oferendas? Vem. ... Pousa tua teimosia Na minha solidão...
(Cleri Aparecida Biotto Bucioli)
Escrito por Sueli às 20h31
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Nem adianta tentar esconder ...
Nem adianta tentar esconder ...

Foto: Peter Stenzel
(http://planoalto.blogspot.com/2006_02_01_archive.html)
Sei que não gostas que eu vasculhe a tua vida,
mas é ela que invade os meus pensamentos.
Teus atos, teus afetos, teus segredos, teus casos
invadem meu sono, meus sonhos e meus sentimentos.
Quisera eu poder desmanchar
este tênue fio que nos une,
que tudo de mim a ti leva
e aos meus olhos não deixa
que passes impune.
Não queria que meu amor até a ti chegasse,
não queria que aqui tua verdade morasse.
Daria tudo para, assim como as outras,
nada saber, nada supor,
morrer na ignorância,
mas crendo no teu amor.
(Sueli Benko)
Categoria: De dentro de mim
Escrito por Sueli às 20h08
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Amo ser a primeira colocada
Posso até não me importar em ser a vice
Mas ...
... não me venha com prêmio de consolação!
Escrito por Sueli às 13h36
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Minha pele
Minha pele ...
... tal qual furiosa fera enjaulada,
estremece em arrepios e dores
tentando desgarrar-se de meu corpo
para partir em busca de seu toque ...
(Sueli)
Categoria: De dentro de mim
Escrito por Sueli às 18h10
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O velho e o novo

Na presença do novo, o velho sempre é desprezado
Mas na hora do conforto ...
... geralmente é o mais procurado.
Do velho se sabe o que tem
Para o novo, porém, há a espera ...
... que um dia o envelhecerá também.
Sueli
Escrito por Sueli às 20h05
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Para que fazer exame do coração?

Se continuo viva após a disputa de pênaltis hoje, entre meu TIMÃO e o time do Botafogo, com certeza meu coração está nos “trinks”!
É certo que devo estar com algum problema na respiração, pois até agora ainda não recuperei o fôlego ...rs
Mas, o importante é que estamos na final da Copa do Brasil!!!
Salve Acosta!
Salve Chicão!
Salve Felipe!
Salve 61.752 Corinthianos que lotaram o Morumbi (dois dos quais são meus filhotes)!
Ah! Um beijo ao Chicão pelo “golaço” na cobrança de falta!!!!
(Agora, posso dormir ...)
Escrito por Sueli às 00h31
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Dividindo ...

... um momento de amor com vocês.
Bilhete de neta, deixado (de surpresa),
em minha mesa de trabalho.
Sueli
Escrito por Sueli às 19h57
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Pedaço de Porto Alegre em São Paulo
Todas as vezes que vou a Porto Alegre, não perco a oportunidade de fazer algumas comprinhas no Zaffari (de preferência com minhas amigas Ana Luiza e Patrícia). Sempre o considerei o hipermecado mais “chic” do Brasil e sentia uma pontinha de inveja, por não ter um desses aqui em São Paulo.
Bem, agora quero enviar uma imagem, principalmente para minhas amigas Analu e Patty:

Meninas, agora também tenho um aqui!!!!
Recém inaugurado, anexo ao novo Shopping Bourbom, que também me traz ótimas recordações... tchê!
Escrito por Sueli às 17h41
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Sobre xícaras, café e pessoas ...
Sobre xícaras, café e pessoas ...

Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, reuniu-se para visitar um antigo professor da universidade. Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo.
Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras de porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas; dizendo a todos para se servirem. Quando todos os estudantes estavam de xícaras em punho, o professor disse:
"Se vocês repararem, pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram as simples e baratas para trás. Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si, isto é a fonte dos seus problemas e estresse. Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo. O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras... e então ficaram todos de olho nas xícaras uns dos outros.
Agora pensem nisso:
"A Vida é o café, e os empregos, dinheiro e posição social são as xícaras. Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a Vida... E o tipo de xícara que temos não define, nem altera, a qualidade de vida que vivemos. As vezes, ao concentrarmo-nos apenas na xícara, deixamos de saborear o café que Deus nos deu."
Deus côa o café, não as xícaras... Saboreie seu café!!!!!
.............
Bem, minha gente, o texto acima foi repassado para mim por e-mail e desconheço a autoria, mas, seja para quem for, agora vou expressar minha opinião:
Para início de conversa, não concordo com o que ele diz, não!
Adoro café e gosto de xícaras bonitas também. Se puder unir um e outro, ótimo. Se o recipiente muda o gosto do líquido, não sei, mas não gosto de tomar café em copo (conheço também, quem prefere), por exemplo. Assim como também não gosto de tomar vinho em copo. Faço questão que seja numa taça (claro que, de preferência, uma taça de cristal, mas abro exceção para um vidro fino). E não venham me dizer que é a mesma coisa.
Certa vez, uns amigos comentaram que foram a um aniversário, onde serviram vinho num copo de plástico. Abismada, logo perguntei “–E vocês tomaram????”. Na minha cabeça, não cabe, tomar um vinho num copo de vidro, quanto mais num copo de plástico!
Já me disseram que sou enjoada...rs. Mas, será que somente eu percebo a diferença, até mesmo no gosto? Gente, não faço questão que seja, mas adoro tomar água numa caneca de alumínio, por exemplo! Não me digam que não a água não parece estar mais frequinha...rs. Claro que aceito plenamente tomá-la num copo de vidro (desde, é claro, que não seja copo de massa de tomate ou de requeijão, daqueles com a borda virada para fora – borda normal, tudo bem).
Bem, se isto é enjoamento, sou enjoada, sim, senhores!
E tem mais: Deus não côa café, não ...rs. Ele pode até ter feito o café, mas quem côa, somos nós. E se tudo que existe foi ele quem fez, então as xícaras bonitas, taças de cristal e canecas de alumínio, foi ele também.
Agora, gosto é gosto, oras!
Sueli
Escrito por Sueli às 20h38
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